Se você tem um Labrador, sabe que talvez seja ele quem te faz bem e não o contrário. Separei 3 histórias em que um Labrador foi mais do que um cachorro e tocou meu coração, certamente, irá tocar o seu também!
Conheça o Mahe, um Labrador que nunca abandona o seu amigo Isaac James, de 9 anos de idade, que tem autismo. O Labrador o acompanha em todos os lugares, até mesmo no hospital. O Isaac não fala, não toca e nem mantem contato visual com outros membros da família. Somente o Labrador consegue deixá-lo calmo e a salvo. “Para Mahe, o Isaac é seu melhor amigo, é tudo para ele”, diz a mãe de Isaac.
Isaac no hospital com seu amigo Labrador Mahe
Hetty coloca sua pata na perna de sua dona. Para quem não sabe o que se passa, imagina que ela deseja um petisco. A sua dona, Tony Brown-Griffins, sabe exatamente o que deve fazer: correr para o hospital. Em 42 minutos, ela terá convulsões epilépticas. Hetty é o primeiro cão que pode detectar eventos epilépticos. O cão consegue reconhecer mudanças fisiológicas em sua dona, invisíveis ao olho humano. Prever os eventos convulsivos e evitá-los na frente dos filhos pequenos é um dos grandes benefícios em ter a sua Labrador ao lado, que também trabalha como sua cão-guia.
Tony e Hetter: amizade inseparável
Allen Parton ficou paraplégico após um acidente de carro. Foi assim que uma amizade começou e durou 12 anos. Segundo Allen, o seu amigo Labrador Endal salvou sua vida e seu casamento. Durante 12 anos, o Labrador Endal ajudou Allen a fazer praticamente tudo, desde retirar a roupa da secadora de roupa, até fazer compras.
Em 2011, Endal foi condecorado por salvar a vida de seu dono, que foi atingido por um carro enquanto estava andando com sua cadeira de rodas. Endal colocou o seu dono em posição de recuperação, o cobriu com uma coberta e foi procurar ajuda em um hotel, latindo. A história virou livro e conta também como cão ajudou a recuperar o casamento de seu dono.
Após o acidente que o deixou paraplégico, Allen entrou em depressão e tentou se matar duas vezes. Tudo mudou quando ele conheceu Endal, num centro de treinamento onde sua mulher trabalhava, foi amizade à primeira vista. “Antes de conhecê-lo, só tinha vontade de desaparecer, mas quando Endal se recusou a sair do meu colo no centro de treinamento, de repente vi uma fresta de luz”, revelou Allen.
Em 2009, Endal foi sacrificado por sofrer de artrite e não poder mais andar. Allen disse: “Quando finalmente minha hora chegar, no fundo do meu coração sei que Endal estará lá, fielmente me esperando, balançando sua cauda de lontra”.